Atelier da lp
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Daquilo que se ouve por aqui.
por Gabrielle Machado
Faz tanto tempo que eu não posto que não
sei nem bem por onde começar, já que não parei de pegar coisas novas.
Pra ficar mais fácil vou falar primeiro do que estou
ouvindo agora, enquanto escrevo!
O Black Kids é uma banda da Flórida que tem me divertido bastante.
Eles lançaram o álbum Partie Traumatic no ano passado e ficaram
entre os mais tocados no Reino Unido. É um rock indie super divertido,
ótimo pra dançar muito em qualquer lugar
(ultimamente tenho dançado horrores no carro mesmo,
porque falta tempo pra sair).
Tem muito anos 80, como não pode faltar, sintetizadores,
backing vocal feminino que complementa muito e
batidas e letras animadas. Me lembram muito Matt and Kim, Cansei de Ser Sexy
e outras bandas que misturam bem rock e música eletrônica.
As minhas músicas preferidas são: Hit The Heartbreakes,
Listen to your Body Tonight e
I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You.
Outra banda com muita influência dos anos 80 é o Museum,
mas que usa isso de maneira bem diferente.
Eles lembram muito Interpol, The Cure e Joy Division.
Tem músicas mais obscuras e usam mais os sintetizadores,
mas sem tantas batidas animadas como o Black Kids.
A banda é da Alemanha e ainda não assinou com nenhuma gravadora.
As músicas podem ser baixadas no site deles ou no last.fm.
As faixas que eu tenho escutado mais são:
Eden, Flowers and Dust (lembra muito Interpol) e
For The Very First Time.
Saindo um pouco da música (pra voltar daqui a pouco)
tenho que falar do filme Once, de 2007, que conta a história
de um músico na Irlanda e de uma moça que cruza a vida
dele e o muda totalmente. Pra quem gosta de filmes
independentes com histórias de amor fofas e música ótima,
recomendo muito! E pra quem gostar da trilha sonora e do protagonista,
como eu, será bom saber que ele é o vocalista da banda The Frames,
e a moça que faz par com ele é a Marketa Irglova, multi-instrumentalista
da República Tcheca que colabora bastante com o The Frames.
Ela também lançou dois CDs com o Glenn Hansard, num duo chamado
The Swell Season, o primeiro chamado The Swell Season, de 2006
e o último em 2009, Strict Joy. Além disso tem também a trilha sonora
original do filme, que ela também faz. As músicas são lindas e
lembram muito Damien Rice, bastante piano, voz suave e gostosa
de ouvir e letras muito bonitas que podem fazer chorar…
Mas tem também umas faixas mais animadas!
Tenho ouvido muito:Trying to Pull Myself Away,
All the Way Down, When Your Mind’s Made Up (lindalinda),
Lies, Leave, Fallen From the Sky e Revelate.
E por último, não é novo, mas não tem saído da minha
playlist é o Blur, que eu nem sabia que gostava tanto.
Adoro descobrir coisas boas e perdidas no meu Winamp,
isso sempre me deixa feliz! Tem uma música deles que
me diverte demais, a Parklife e tem também as mais conhecidas:
Girls and Boys, Charmless Man e She’s so High.- 23 de novembro de 2009
- 12:59
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iê iê iê do Arnaldo e de todos nós.
lembra um amigo meu. Um não, vários… rs.
O cd custa R$20 apenas, produzido por Fernando Catatau
é super delícia de ouvir e dançar! As músicas “A casa é sua”
e “Sua menina” são de partir os corações!- 16 de outubro de 2009
- 12:20
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ouça o que a Gabi escuta!
Ultimamente não tenho escutado nada de muito novo.
Basicamente minha playlist das últimas semanas é Beatles!
Quero muito comprar o box set remasterizado e
enquanto não tenho dinheiro pra isso escuto os CDs normais
que tenho deles e obviamente recomendo todos!Mas descobri algumas bandas bem legais que escuto
no intervalo de Beatles. Entre elas tem o The Noisettes,
banda inglesa que lançou seu segundo cd em abril desse ano,
o Wild Young Hearts. As músicas são divertidas,
uma mistura de soul com batidas animadas,
mas também dá pra perceber influências do punk
e música eletrônica. As minhas faixas preferidas são:
Wild Young Hearts, The Count of Monte Christo,
So Complicated e o cover de When You Were Young, do The Killers.Outra banda que tenho ouvido bastante é o Arctic Monkeys,
nada novo também, mas tenho ouvido o último cd deles,
o Humbug, que saiu em agosto.
É bem diferente dos outros álbuns deles, e muito bom.
Achei muito mais maduro, mais obscuro, com ótima produção
e músicas fortes. Não tenho muitas favoritas, o cd inteiro é muito bom,
mas tenho escutado mais Criying Lightning, My Propeller e Potion Approaching.Tem também o último cd do Conor Oberst,
que tenho ouvido nessa última semana, o Outer South,
com ótimas canções e influência de country rock, que eu adoro.
As minhas faixas preferidas são: To All The Lights in The Windows
e Big Black Nothing.E a última dica é a ótima Pride and Joy,
do Marvin Gaye, que eu ouvi no documentário The First US Visit,
que mostra a primeira visita dos Beatles nos Estados Unidos.
Essa música aparece no filme e eu não consigo parar de ouvi-la.por Gabrielle Machado
FALE COM ELA: gabibilly@gmail.com- 22 de setembro de 2009
- 11:51
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HOuve aqui!
por Gabrielle Machado
Daqui um mês mais ou menos tem mais uma
Invasão Sueca!Portanto vou falar um pouco das bandas
que irão se apresentar e de mais algumas descobertas minhas!
Após quatro anos de sucesso, o festival realizado pelo
Coquetel Molotov em parceria com o governo sueco trás
para o Brasil as seguintes bandas: Those Dancing Days,
Britta Persson e Loney, Dear. Eles farão apresentações
em São Paulo, Fortaleza e Porto Alegre.
Mais informações dos shows aqui e ali.Bom, agora as bandas em si. O Those Dancing Days
é uma banda de meninas que se conheceram na escola
e eu já planejava falar delas por aqui.
Elas são de Estocolmo e fazem um som característico
dos grupos femininos dos anos 60.
Logo que descobri o que elas cantavam já fiquei
com um pouco de preguiça de escutá-las
porque já pensei que seriam as novas Pipettes,
que eu até gosto, mas acho um pouco caricato demais.
Mas passado esse momento de preconceito eu ouvi
o material das meninas e gostei bastante,
até porque elas não se vestem com vestidos de bolinha
e não usam laquê no cabelo, como as londrinas do The Pipettes.
As músicas têm a sonoridade característica dos anos 60,
mas trazem uma modernidade suave (com os teclados meio
psicodélicos e batidas eletrônicas em algumas faixas,
como se os anos 80 estivessem agitando um pouco a “calmaria”
e mesmice desses grupos de meninas dos anos 60)
que às vezes pode até passar despercebida.
O primeiro álbum foi lançado ano passado e chama In Our Space Hero Suits
e as faixas que eu mais gosto são: Run Run, Hitten,
Falling in Fall e Home Sweet Home.Já a Britta Persson é uma cantora de 26 anos que tem
alguns EPs lançados e dois álbuns, o primeiro,
lançado em 2006 se chama Top Quality Bones and A Little Terrorist
e o segundo, lançado ano passado é o Kill Hollywood Me.
A voz dela é leve e bem gostosa de ouvir, um pouco como a Laura Marling,
mas não tão doce quanto a inglesa. As músicas são bem folk na
primeira ouvida, mas dá pra perceber, em algumas faixas,
uma batida mais eletrônica e uma pitada de, mais uma vez, anos 80.
Talvez seja devido à influência que o pop tem nos suecos,
já que tantas bandas realizam no país trabalhos de grande qualidade no gênero.
As minhas músicas preferidas da Britta são: Winter Tour,
In Or Out e Kill Hollywood Me.Loney, Dear é o pseudônimo usado por Emil Svanängen,
multi-instrumentista, cantor e compositor.
Ele também pode ser considerado um técnico de som/produtor musical,
já que seus primeiros álbuns foram gravados por ele mesmo,
no porão da casa dos pais. Eu simplesmente amo o tipo de música que
ele faz: letras boas, música muito bem produzida, instrumentos
tocados lindamente, arranjos gostosos de ouvir.
Gosto mais ainda da relação que ele tem com a música,
como se ela fosse o seu Deus (ele fala um pouco disso no site dele).
Ele tem 4 álbuns gravados e lançados por ele mesmo e outros
dois já como contratado de gravadoras, eles são Loney, Noir(2007)
e Dear John(2009). As faixas que eu não consigo parar
de ouvir são: Sinister in a State of Hope, I am John,
The City The Airport e Ignorant Boy.Também da Suécia (deve ter alguma coisa na água desse país
que faz com que as pessoas façam boa música, é incrível
a quantidade de bandas boas fazendo coisas novas por lá) ,
mas que não vai participar da Invasão Sueca, tem a Miss Li,
pseudônimo da cantora Linda Carlsson, de 27 anos.
Eu demorei um pouco pra descobrir o que ela me lembrava,
mas sabia que tinha a ver com a música feita nos Estados Unidos
nos anos 20 e 30. Os instrumentos de sopro são tocados de um jeito
peculiar dessa época, o que me surpreendeu um pouco,
porque a música que ela canta tem uma batida pop, mas ao mesmo
tempo parece que saiu de um musical hollywoodiano.
Faltando algumas músicas pra terminar de ouvir o
álbum Best Of 061122-071122 a Miss Li me ajudou a perceber
as influências da música que ela faz: era um cover da ótima Goodmorning ,
música que faz parte de uma das seqüências que eu mais
amo no cinema, do filme Cantando na Chuva.
O cd todo é muito bom, divertido até.
As melhores faixas são: Goodmorning (claro), Oh Boy,
Let Her Go, Why Don’t You Love Me,
Gotta Leave My Troubles Behind e I’m Sorry, He’s Mine.FALE COM ELA:
gabibilly@gmail.com- 20 de agosto de 2009
- 12:58
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