Atelier da lp
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C o m p a r t i l h a n d o . . .
O bem que ele me faz,
faço a ele também.
Ah… É assim?
Não sabia não!
como diria minha Nona
com toda razão.s a l d i n h o
do
d o m i n g o :Fez bolo de Fubá para para perfumar a casa com café.
Dividiu. Levou pedaços na Franca e na Brigadeiro.
Fez bolo de mexirica para o aniversário da amiga mais chic! Divertiu!- 31 de agosto de 2008
- 22:08
- 1 comentário
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Entre elas.
- 27 de agosto de 2008
- 16:09
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Na mesa deles:
_Você não vai acreditar.
_Não.
_Saí com uma menina esta semana
e quando tirei a saia dela, adivinha…
_O que?
_Ball´s, estava escrito na etiqueta.
_Olha, menina de bom gosto.
_Era uma balonê.
_Que graça!
_Uma balonê G.
_Ui.- 24 de agosto de 2008
- 2:23
- 5 comentários
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Se pá, não é verdade!
Quanto menos ela quer, mais os outros querem.
A vida é mesmo um jogo.
Mas ela se coloca no banco de reservas
e espera sem pressa a dor no peito passar.- 22 de agosto de 2008
- 19:07
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Ela se agarra ao próprio sorriso.
Mal consegue disfarçar.
Tenta se controlar.
Dosando a alegria para não gastar.
Se vê no melhor estilo montanha russa.
Emocionalmente divertida e abalável.
Ansiosa por viver a própria história.
Escrevê-la. Vive intensamente cada instante
com o cabível receio de que o bem estar passe.
Segue adiante.
Porque só sabe olhar para frente e
jamais andaria dando passos para trás.- 1:09
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Percepção Perspicaz.
Na língua do P?
Não.
De novo, de sorvete na mão ela percebeu e não
hesitou em comentar com a dona do café
de todos os dias às dezessete:
_Ai, acho que sarei!- 21 de agosto de 2008
- 1:04
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…da liberdade que se tem quando não se tem nada.
Luiza pode tudo.
Ela não tem nada.
Nem ninguém.
Nem obrigações.
A única é ser feliz!
E se não consegue… Haja incompetência!
Por que estás triste?
Não há nada que te prenda aqui.
Ou, não se prenda por mim.
Ganhou uma prenda e não sabe o que fazer com ela.
Amarra-a ao seu corpo.
Transforma-se numa mulher bomba.
Explode e se espalha em milhões de pedacinhos pelo ar.
Difícil…
Respira fundo e recolhe seus cacos.
Mas não se cola.
Pra facilitar.Quer uma mãozinha?
Meu coração? Está aí oh, bem no fundo.
Pode pegar!
Devolve meu braço?
Envolve minhas pernas?Luiza pode tudo.
Ela não tem nada.
Nem ninguém.
Arma-se de desejos, medos e pedras.
Um presente. Um embrulho no estômago.
Um abraço e um beijo fugaz na Augusta.
Sabor creme.
Leva uma âncora no bolso pra passear.
Mas a podre moranguinho
(apelido adquirido no bar)
não percebe que ninguém a vê afundar.
Afoga-se sozinha.
Te engasga de si.
O que te faz ir?
Por que não me faz rir?
O que te faz acordar, levantar, dirigir, trabalhar…
Filha, o que te faz desenhar?
Ler, estudar.
Não tem ninguém a lhe observar…
Não tem ninguém aqui.
Nem ali, nem lá.
“Estás só guria, é bom se acostumar.”¹¹frase da amiga que habita Casas de Sofia.
- 20 de agosto de 2008
- 20:01
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traçando novas experiências.
desenhando histórias melhores.
- 13:18
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3:27 am
Chega cansada.
Liga o chuveiro.
Depois de uma certa idade,
jamais se deita na cama vinda
de um lugar como aquele.
No resto de início do dia
scaneou desenhos.
Percebeu um barulho peculiar da multifuncional
e a liberdade que se tem quando não se tem nada.
Deixou tudo e as queixas do que lhe faltam
para o amanhã. Mas que seja antes do meio dia.- 3:27
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E um amigo Super passou outro Super.
Compartilho!
Nicola Costantino.- 19 de agosto de 2008
- 14:22
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