Atelier da lp

  1. acredita?!

  2. Esperei hoje a semana inteira.

    Hoje é domingo.
    Meu único dia nosso.
    E eu queria sair cedo para andar de bicicleta contigo.
    Mas acordamos as nove e já era tarde para um passeio assim.
    Então eu queria ir naquela exposição e depois naquela outra.
    Mas tomamos um café demorado e já era tarde.
    Depois, deitamos de novo na cama, porque eu me
    sentia cansada. Começou a garoar.
    Eu li todo o jornal.
    Ficamos com preguiça.
    Passaram algumas outras horas e quando vi
    meio domingo já havia ido embora.
    Eu queria ir ao cinema, `as exposições,
    passear pelo Bexiga, visitar seu avô.
    Fazer tudo sem pressa, editar nosso filme,
    ouvir um concerto mas todos começaram as onze
    e nós os perdemos.
    Queria almoçar em casa mas a nossa cozinha
    parece intransitável aqui, agora.
    Foi então que comecei a chorar.

  3. Vem!!!

    Vem!!!
    ball´s place
    são paulo: rua mourato coelho, 451
    pinheiros e rua augusta, 2690
    galeria ouro fino – 2°andar f:(11)30823821
    sorocaba: rua da penha, 1126
    centro – arp alamedas
    f:(15)32343821

  4. Vá ao MOTEL!

  5. Jardim.

    Ando exaustivamente pensando sobre o papel do amigo.
    Sim, porque amigo a gente escolhe e cultiva do nosso lado.
    Rega, cuida, aduba e poda.
    Somos nós que decidimos com qual freqüência
    visitaremos este ou aquele amigo.
    É mais ou menos assim, quanto maior o bem estar entre nós,
    mais tempo vou querer estar ao seu lado.
    Provavelmente vou te ver mais do que vejo minha própria família.
    Inevitavelmente irei me preocupar contigo.
    Tentar te alegrar, te adoçar, te trazer um café
    para uma conversa gostosa. De trocas. Justas e equilibradas.
    Seremos uma família à parte.
    De afinidades, respeito, admiração, cuidados, haja tato!

    As relações humanas são muito complicadas.
    Por isso, há quem prefira seguir só para
    não ter que lidar com alguns sentimentos que
    surgem em qualquer relacionamento.
    O ciúme é um exemplo.
    Difícil de lidar, assumir, desapegar.
    É por isso que aos poucos vamos nos afastando
    de algumas pessoas e deixando outras entrar.
    A casa é pequena…
    E na medida que a vida vai passando,
    alguns amigos vão ficando para trás.
    Sem mágoas, porque para quem costuma estar só
    de passagem, é muito fácil dizer adeus.
    Aos que ficam comigo, ofereço um jardim.
    Que acomodem-se bem na medida do possível e
    se esbaldem com tudo o que veêm. Pode pegar!
    Plantei para vocês. Cada flor, cada cor e cheiro.
    Naturalmente do jeito que sou.
    Choro, aconselho, digo o que penso, mas de um jeito
    que sei que não vou te chatear.
    Magoar não é aconselhável aos amigos.
    Então te entrego o melhor que tenho aqui por dentro
    em forma de bolos, abraços, apertos, beijos e palavras
    que cuidosamente escolho para nós.
    Assim, de graça.
    Desde que haja a troca e que você não se torne indiferente.

  6. HOuve aqui!

    por Gabrielle Machado

    Daqui um mês mais ou menos tem mais uma
    Invasão Sueca!Portanto vou falar um pouco das bandas
    que irão se apresentar e de mais algumas descobertas minhas!
    Após quatro anos de sucesso, o festival realizado pelo
    Coquetel Molotov em parceria com o governo sueco trás
    para o Brasil as seguintes bandas: Those Dancing Days,
    Britta Persson e Loney, Dear. Eles farão apresentações
    em São Paulo, Fortaleza e Porto Alegre.
    Mais informações dos shows aqui e ali.

    Bom, agora as bandas em si. O Those Dancing Days
    é uma banda de meninas que se conheceram na escola
    e eu já planejava falar delas por aqui.
    Elas são de Estocolmo e fazem um som característico
    dos grupos femininos dos anos 60.
    Logo que descobri o que elas cantavam já fiquei
    com um pouco de preguiça de escutá-las
    porque já pensei que seriam as novas Pipettes,
    que eu até gosto, mas acho um pouco caricato demais.
    Mas passado esse momento de preconceito eu ouvi
    o material das meninas e gostei bastante,
    até porque elas não se vestem com vestidos de bolinha
    e não usam laquê no cabelo, como as londrinas do The Pipettes.
    As músicas têm a sonoridade característica dos anos 60,
    mas trazem uma modernidade suave (com os teclados meio
    psicodélicos e batidas eletrônicas em algumas faixas,
    como se os anos 80 estivessem agitando um pouco a “calmaria”
    e mesmice desses grupos de meninas dos anos 60)
    que às vezes pode até passar despercebida.
    O primeiro álbum foi lançado ano passado e chama In Our Space Hero Suits
    e as faixas que eu mais gosto são: Run Run, Hitten,
    Falling in Fall e Home Sweet Home.

    Já a Britta Persson é uma cantora de 26 anos que tem
    alguns EPs lançados e dois álbuns, o primeiro,
    lançado em 2006 se chama Top Quality Bones and A Little Terrorist
    e o segundo, lançado ano passado é o Kill Hollywood Me.
    A voz dela é leve e bem gostosa de ouvir, um pouco como a Laura Marling,
    mas não tão doce quanto a inglesa. As músicas são bem folk na
    primeira ouvida, mas dá pra perceber, em algumas faixas,
    uma batida mais eletrônica e uma pitada de, mais uma vez, anos 80.
    Talvez seja devido à influência que o pop tem nos suecos,
    já que tantas bandas realizam no país trabalhos de grande qualidade no gênero.
    As minhas músicas preferidas da Britta são: Winter Tour,
    In Or Out e Kill Hollywood Me.

    Loney, Dear é o pseudônimo usado por Emil Svanängen,
    multi-instrumentista, cantor e compositor.
    Ele também pode ser considerado um técnico de som/produtor musical,
    já que seus primeiros álbuns foram gravados por ele mesmo,
    no porão da casa dos pais. Eu simplesmente amo o tipo de música que
    ele faz: letras boas, música muito bem produzida, instrumentos
    tocados lindamente, arranjos gostosos de ouvir.
    Gosto mais ainda da relação que ele tem com a música,
    como se ela fosse o seu Deus (ele fala um pouco disso no site dele).
    Ele tem 4 álbuns gravados e lançados por ele mesmo e outros
    dois já como contratado de gravadoras, eles são Loney, Noir(2007)
    e Dear John(2009). As faixas que eu não consigo parar
    de ouvir são: Sinister in a State of Hope, I am John,
    The City The Airport e Ignorant Boy.

    Também da Suécia (deve ter alguma coisa na água desse país
    que faz com que as pessoas façam boa música, é incrível
    a quantidade de bandas boas fazendo coisas novas por lá) ,
    mas que não vai participar da Invasão Sueca, tem a Miss Li,
    pseudônimo da cantora Linda Carlsson, de 27 anos.
    Eu demorei um pouco pra descobrir o que ela me lembrava,
    mas sabia que tinha a ver com a música feita nos Estados Unidos
    nos anos 20 e 30. Os instrumentos de sopro são tocados de um jeito
    peculiar dessa época, o que me surpreendeu um pouco,
    porque a música que ela canta tem uma batida pop, mas ao mesmo
    tempo parece que saiu de um musical hollywoodiano.
    Faltando algumas músicas pra terminar de ouvir o
    álbum Best Of 061122-071122 a Miss Li me ajudou a perceber
    as influências da música que ela faz: era um cover da ótima Goodmorning ,
    música que faz parte de uma das seqüências que eu mais
    amo no cinema, do filme Cantando na Chuva.
    O cd todo é muito bom, divertido até.
    As melhores faixas são: Goodmorning (claro), Oh Boy,
    Let Her Go, Why Don’t You Love Me,
    Gotta Leave My Troubles Behind e I’m Sorry, He’s Mine.

    FALE COM ELA:
    gabibilly@gmail.com

  7. Me desmisifica.

    Muitas tardes enumero meus defeitos para você.
    Te mostro quão desvantajoso é estar ao meu lado.
    Mas você não acredita…

  8. Olha que legal!

  9. Curtam meu curta!


    trailler curta sobre o Alzheimer e a Vovó.

  10. Curtam meu curta!


    trailler curta sobre o Alzheimer e a Vovó.

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lp

Apesar do nome, pouco sabe sobre música. É formada em Artes Plásticas pela FAAP. Pós-Graduação em Comunicação com ênfase em Jornalismo Cultural pela PUC-SP. Trabalha com moda desde menina - estilista.
Desenha poesias e gosta muito de escrever.

Ball's place
São Paulo Rua Morato Coelho, 451
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